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Já ouviu falar de Brasil-ID ? Através de um acordo de cooperação técnica firmada em 31 de agosto de 2009  entre o Ministério da Ciência e Tecnologia, a Receita Federal e os Estados da União por intermédio de suas Secretarias de Fazenda, formalizou-se o início do Sistema de  Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias, denominado Brasil-ID, que  se baseia no emprego da tecnologia de Identificação por Radiofrequência (RFID), e  outras acessórias integradas para realizar, dentro de um padrão único, a Identificação,  Rastreamento e Autenticação de mercadorias em produção e circulação pelo País. O  projeto é coordenado pelo Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun em  conjunto com o ENCAT.  Início de implantação.  Foi definido o início da primeira fase de implantação deste sistema em uma  reunião no dia 17 de Abril de 2013 em Belo Horizonte. Nesta fase serão instaladas  antenas em um Posto Fiscal de cada estado e nos caminhões de duas empresas  transportadoras, na qual permitirá a fiscalização dos documentos fiscais e dos  conteúdos transportados. Haverá o controle do fluxo de mercadorias nos principais corredores de  transporte rodoviário que interligam as regiões Norte e Nordeste ao Sul e Sudeste do  Brasil. Para tanto, serão instaladas 216 antenas, 80 leitores e mais um conjunto de  outros ativos, como pórticos, leitores manuais, tags e cartões, entre outros itens  Segunda Fase.  Na segunda etapa da implantação do Brasil-ID, serão ampliadas as ações para  rastrear as mercadorias. Isso através de chips de radiofrequência, que serão inseridos  em mercadorias de valor, como, por exemplo, notebooks, tablets, smartfones, entre  outros. Serão instaladas antenas também ao longo das rodovias, além das dos postos  fiscais.  Monitoramento da circulação de mercadorias. Pelo novo sistema, a identificação das mercadorias ficará gravada e disponível  desde a fabricação até sua passagem pela transportadora, o distribuidor, o ponto de  venda e sua chegada ao comprador final. O histórico dos eventos de passagem será  gravado no próprio produto, em cada elo da cadeia de comercialização. Assim, será  possível saber as rotas e as possíveis tentativas de fraude ou desvios. Junto com os demais sistemas de informação criados nos últimos anos para  aumentar o controle fiscal, como a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), a Escrituração Fiscal  Digital (EFD), o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), entre outros, teremos  um surpreendente cruzamento eletrônico dos produtos em circulação, diminuindo  sensivelmente a sonegação. Para saber mais: Brasil-ID CONVÊNIO ICMS 12, DE 5 DE ABRIL DE 2013